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  • Como o diploma do Ensino Médio completo abre portas para o mercado de trabalho?

    Basta dar uma olhada rápida nas vagas de emprego. A maioria pede Ensino Médio. E o que isso quer dizer? Que grande parte das pessoas que não têm o diploma do Ensino Médio completo ficam na berlinda do desemprego ou do emprego informal. Contudo, veja neste artigo como a conclusão dos estudos abre novas e boas oportunidades.

    É bom lembrar que se você fez até o segundo ano do Ensino Médio (segundo grau ou colegial, como também é conhecido), ainda assim não pode colocar que tem o diploma do Ensino Médio completo na seção de Formação Acadêmica do currículo.

    Com isso, o seu currículo pode estar sendo descartado sem você nem saber. Mas, por que o Ensino Médio é tão cobrado pelas empresas? Basicamente, porque ele se torna um critério de seleção. Afinal de contas, com o alto índice de desemprego, surgem milhares de candidatos para cada vaga aberta.

    Confira, portanto, como a não conclusão do Ensino Médio está associada ao desemprego nas estatísticas que serão apresentadas a seguir.

    Qual é a relação entre o desemprego e o diploma do Ensino Médio completo?

    Em primeiro lugar, é importante fazer uma ressalva: existem muitos empreendedores que não concluirám o segundo grau e conseguiram sucesso em seus negócios.

    Contudo, se você não terminou os estudos e quer trabalhar numa boa empresa, é bom lembrar que o ensino formal é levado em consideração.

    É por isso que muitas pessoas, que não têm perfil para empreender, acabam mandando mil e um currículos às empresas, mesmo sem ter o diploma do Ensino Médio completo. E, como resultado, na maioria das vezes, são ignoradas.

    Por consequência, elas acabam engrossando a fila do desemprego. Um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelou que 13,7% dos adultos que não terminaram o Ensino Médio ficaram desempregados.

    SAIBA MAIS: Confira como funciona a matrícula no supletivo

    Contudo, o índice pode ser ainda maior. Quando reparamos que a taxa de desemprego está crescendo no Brasil, principalmente depois da pandemia da Covid-19, o grau de instrução do brasileiro é ainda mais importante.

    Para se ter uma ideia, 12,9% dos brasileiros em idade para trabalhar estavam parados em maio de 2020. Isso representa, portanto, 12,7 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) que estão sem uma expectativa.

    Isso porque muitos acabam indo para a informalidade, ou seja, aceitam trabalhar sem carteira assinada, com salários mais baixos que o normal e sem grandes oportunidades. Portanto, muitos trabalhadores sabem que não poderão contar com uma aposentadoria, por mais que seja pequena, quanto chegarem à terceira idade.

    Como deixar esta condição e ter acesso a melhores condições?

    Como você já deve saber, o Ensino Médio é composto por 3 anos, diferentemente do Ensino Fundamental, que tem 9 anos de duração. Portanto, para ter o diploma é preciso concluir o 3.º ano.

    Por isso, o governo e o Conselho Nacional da Educação criaram a modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos), ou supletivo, que é feita presencialmente ou a distância, em curto período de tempo.

    SAIBA MAIS: Veja como fazer sua inscrição no supletivo EAD

    Sendo assim, podem se matricular no supletivo pessoas acima de 15 anos (para o Ensino Fundamental) e a partir de 18 anos (para o Ensino Médio). Concluindo os módulos e sendo aprovado nas provas, você já pode ter acesso ao diploma do Ensino Médio completo e disputar boas vagas de emprego.

    Para concluir, o diploma do Ensino Médio completo o diferencia dos demais candidatos. Isso porque 36,5% das pessoas não terminaram o Ensino Médio no Brasil.

    Quer saber como você pode concluir os seus estudos de forma rápida e simples? Acesse o site do Supletivo EJA EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP).

  • Como conseguir um bom emprego depois de fazer o supletivo?

    Conseguir um bom emprego, com estabilidade e um salário satisfatório, é o sonho de milhares de pessoas. Mas como chegar a esse nível quando não terminamos os estudos na idade indicada?

    O primeiro passo é fazer o supletivo, chamado atualmente de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Afinal, ele permite que a pessoa tire o diploma do Ensino Fundamental e do Médio.

    A partir daí, o indivíduo pode fazer um curso profissionalizante, passar por um processo de Certificação por Competência, fazer um curso técnico ou prestar um vestibular para ter um curso superior.

    SAIBA MAIS: Confira os documentos necessários para se matricular no supletivo

    Desse modo, a consequência é a conquista de um bom emprego. E isso vai se refletir ao longo da vida. Isso porque um salário mais alto permite complementos (como o 13.º salário) mais encorporados e uma aposentadoria mais tranquila.

    Então, saiba a seguir como conquistar um bom emprego após fazer um supletivo.

    Como obter o diploma do Ensino Fundamental e Médio?

    Primeiramente, é bom lembrar que com os estudos incompletos, o mercado de trabalho oferece vagas operacionais que pagam menos, como nos setores de limpeza, de construção civil ou que exijam pouco contato com pessoas ou a tecnologia.

    Isso ocorre porque o mercado de trabalho é competitivo. Como consequência, as empresas exigem uma qualificação mínima dos seus colaboradores.

    Dessa forma, os trabalhadores são contratados, de maneira geral, com o Ensino Médio. A partir daí, portanto, as empresas acabam investindo em treinamentos para moldar o funcionário a fim dele aumentar a sua produtividade.

    Portanto, veja a seguir como obter os diplomas para deixar seu currículo mais valorizado no mercado de trabalho.

    • Ensino Fundamental: 15 anos ou mais, escolher instituição, fazer a matrícula, apresentar a documentação exigida, cumprir os módulos e fazer as provas;
    • Ensino Médio: praticamente, o aluno deve cumprir as mesmas etapas descritas acima, no entanto, deve ter acima de 18 anos de idade.

    Como destacar o currículo?

    Com os estudos da Educação Básica concluídos, você não deve se acomodar e deixar de estudar. Isso porque é importante que você procure conquistar um diploma técnico ou até mesmo de uma faculdade.

    Afinal de contas, as empresas sofrem com a falta de profissionais qualificados. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), por exemplo, apontou que 90% das pessoas acreditam que ter um diploma técnico confere mais oportunidades no mercado de trabalho.

    Além disso, 82% concordam que profissionais com qualificação profissional têm salários maiores que os demais, que têm apenas o Ensino Médio. Entretanto, só para lembrar, para chegar a um curso técnico é exigido o diploma do segundo grau.   

    Mas, e se o curso técnico ainda não está nos seus planos a curto prazo? Mesmo assim, você pode colocar no seu currículo a sua experiência nas profissões anteriores, bem como as suas habilidades.

    SAIBA MAIS: Saiba como funciona o supletivo EAD

    Outro destaque a ser acrescentado é ter concluído os estudos em pouco tempo, o que demonstra ao futuro recrutador que você é uma pessoa esforçada.

    Para concluir, conseguir um bom emprego depende muito das habilidades e do conhecimento prévio do candidato à vaga. Por isso, é importante demonstrar esses atributos através do diploma do Ensino Fundamental e do Médio, além de prosseguir os estudos com um curso técnico ou uma faculdade.

    Então, que tal começar a investir mais agora para, no futuro, ter um emprego melhor? Acesse o site do Supletivo EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP) e fique por dentro.

  • Como funciona a EJA para o Ensino Médio?

    Você parou de estudar na idade indicada e agora pretende saber como funciona a EJA (Educação de Jovens e Adultos) para tirar seu diploma de Ensino Médio? Então você está lendo o artigo certo.

    Primeiramente, é bom ressaltar que o diploma do Ensino Médio traz várias vantagens, como:

    • fazer um curso técnico;
    • fazer a aferição técnica por certificação por competência;
    • prestar um vestibular;
    • se inscrever no Enem;
    • candidatar-se a vagas de emprego que exigem Ensino Médio.

    Por isso, as oportunidades são atrativas. Sendo assim, veja na sequência o que fazer para tirar o diploma do Ensino Médio.

    Quem pode fazer a EJA para o Ensino Médio?

    É bom ressaltar que nem todas as pessoas podem fazer a EJA para o Ensino Médio, também chamada de supletivo. Por isso, é importante cumprir dois requisitos principais:

    • ter concluído o Ensino Fundamental;
    • ter 18 anos ou mais.

    Portanto, se você 16 ou 17 anos de idade, por exemplo, deve se inscrever no tempo regular numa escola que ofereça o Ensino Médio.

    Como funciona o curso?

    O supletivo funciona de duas maneiras: de forma presencial, quando o aluno tem que frequentar as aulas na escola, ou no formato EAD (Ensino a Distância), quando você estuda e faz as provas de sua casa.

    Portanto, você deve definir o formato que melhor atenda às suas necessidades e, além disso, escolher a instituição. Uma delas é o Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP).

    Aliás, no IBQP, o Ensino Médio EAD funciona da seguinte maneira:

    • o aluno faz a sua matrícula;
    • após a confirmação do pagamento, o aluno receberá login e senha para acessar o AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem);
    • no AVA, o aluno terá acesso às apostilas e às provas;
    • após concluir as disciplinas, o aluno agendará as provas;
    • as provas têm 10 questões cada. O aluno deverá tirar nota 5,0, no mínimo, para ser aprovado. Porém, se não atingir a média, poderá fazer uma nova prova, devendo atingir nota igual ou maior que 6,0.

    O certificado, portanto, é legalizado e válido em todo o território nacional. A partir dele, nesse sentido, você poderá prestar um vestibular ou, quem sabe, fazer um curso técnico.

    Documentação

    Então, se você está planejando tirar o seu diploma pela modalidade EJA EAD, saiba os documentos solicitados pelo IBQP:

    • carteira de reservista;
    • Título de Eleitor;
    • histórico escolar;
    • RG e CPF;
    • Certidão de Nascimento ou de Casamento;
    • comprovante de endereço;
    • 01 foto tamanho 3×4.

    Portanto, com a papelada em mãos, é hora de digitalizá-la e encaminhar para para dar andamento ao processo.

    Para concluir este artigo que explica sobre como funciona o EJA, é bom lembrar que a procura por essa modalidade é grande porque as pessoas percebem que é muito mais prático e fácil. Afinal, pode-se estudar do lugar e no horário que for mais conveniente.

    Só para complementar, há perto de 1,5 milhão de jovens e adultos matriculados no supletivo para o Ensino Médio em todo o Brasil e nas duas modalidades, segundo os dados de 2017 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

    Sendo assim, para você também fazer parte desta estatística, acesse as condições para se inscrever e bons estudos!

  • Ensino supletivo: tudo o que você precisa saber sobre ele

    O ensino supletivo é voltado para as pessoas que não concluíram os estudos na idade indicada. Portanto, se você acha que é tarde demais para voltar a estudar e ter um diploma, está enganado, pois os estudos vão agregar valor à sua experiência.

    É bom lembrar que muitas pessoas não terminaram os estudos porque não tinham condições à época, mas que agora, com os filhos criados e uma melhor estabilidade financeira, podem finalmente lutar para conquistar seu diploma.

    Por isso, acompanhe a leitura deste artigo e veja como é possível entender o ensino supletivo e ter acesso ao diploma do primeiro e do segundo graus.

    Divisão: como o ensino supletivo é compreendido em etapas

    Há alguns anos o ensino supletivo passou a ser chamado de EJA (Educação de Jovens e Adultos). Isso porque o termo supletivo significa “que complementa”, enquanto que a EJA é mais adequada àqueles que estão retomando os estudos, pois não se trata de um complemento e sim de uma etapa diferenciada.

    Ela é dividida em duas etapas:

    • Ensino Fundamental: do 1.º ao 9.º anos;
    • Ensino Médio: do 1.º ao 3.º anos.

    Assim sendo, só pode fazer o supletivo do Ensino Médio (ou segundo grau, como era chamado) quem já terminou o Ensino Fundamental (ou primeiro grau).

    Validação do conhecimento: como ele funciona

    Basicamente, quem deseja retomar os estudos pode escolher entre uma instituição privada ou pública. Além disso, o aluno pode escolher entre o ensino presencial, quando é preciso se deslocar até a escola, ou o EAD (Ensino a Distância), que pode ser feito pela internet.

    Então, na maioria dos casos, o aluno cumpre os módulos das disciplinas e faz as provas correspondentes.

    Desde 2002, por exemplo, o governo federal criou o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos), que substitui os exames supletivos. Entretanto, mesmo assim, é recomendado estudar para fazer as avaliações.

    Embasamento jurídico: a EJA é reconhecida por lei

    Sendo assim, não importa se você realizou o ensino supletivo pelo Encceja ou por um escola privada: o diploma terá a mesma validade em qualquer lugar do Brasil.

    Isso porque a modalidade de ensino é regulamentada pelo artigo 37 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996).

    Sendo assim, com o diploma você poderá ter acesso a vantagens, como:

    • concorrer a vagas de emprego que exijam a escolaridade mínima;
    • preste concursos públicos;
    • faça um curso técnico ou uma faculdade (desde que tenha o Ensino Médio);
    • encontre melhores oportunidades de emprego.

    Idade mínima: quando é possível fazer o ensino supletivo

    Mas não é porque a pessoa passou da idade indicada para frequentar a escola, junto com os pequenos, que é possível fazer o supletivo. Veja, portanto, a seguir a idade mínima:

    • 15 anos: Ensino Fundamental;
    • 18 anos: Ensino Médio.

    Nesse sentido, é preciso ter a idade mínima no momento da matrícula. Assim, o tempo para o término do curso do ensino supletivo também é reduzido.

    No Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP), por exemplo, a duração é de cerca de 60 dias. O prazo, portanto, varia conforme a dedicação do aluno.

    Isso porque ele faz a matrícula, confirma o pagamento e já tem acesso ao sistema interno do curso pela internet, já que o supletivo é a distância. Dessa forma, quanto antes ele terminar as apostilas e agendar as provas, mais rápido pode ter o seu diploma em mãos.

    Para concluir, o ensino supletivo surgiu no contexto de ampliar o acesso à educação para jovens e adultos que não tiveram condições de terminar os estudos no tempo ideal. Assim sendo, eles podem prosseguir os estudos e ter novas chances no mercado de trabalho.

    Ficou curioso para conhecer melhor o supletivo do IBQP? Acesse agora mesmo o site e tire suas dúvidas com um analista.

  • Supletivo a distância reconhecido pelo MEC: saiba como funciona

    Curso de supletivo a distância reconhecido pelo MEC é possível de ser encontrado? Na prática, não! Isso porque os cursos supletivos, ou de EJA (Educação de Jovens e Adultos), como é chamado atualmente, são coordenados pelas secretarias estaduais de Educação e não pelo MEC.

    Aliás, o MEC, que é o Ministério da Educação, é responsável pela validação apenas dos cursos de nível superior, como uma faculdade ou uma pós-graduação.

    Sendo assim, fique atento quando uma escola de ensino supletivo afirma que o diploma é reconhecido pelo MEC, pois pode estar havendo algum equívoco.

    E, aproveitando o tema, você sabe como funciona o curso supletivo a distância? Veja mais detalhes neste artigo.

    EJA a distância: como ela pode ser ofertada

    Inicialmente, existem algumas formas de supletivo que podem ser checadas aqui. Em primeiro lugar, o curso pode ser presencial, ou seja, o aluno precisa comparecer à escola.

    Já em segundo lugar, ele pode ser por correspondência. Nesse sentido, o aluno recebe o material didático em casa para se preparar para as provas e as consequentes eliminações de matérias.

    Em terceiro lugar, portanto, está o curso feito pela internet. Assim, o aluno recebe o acesso à plataforma digital para estudar os conteúdos das disciplinas e agendar a prova.

    SAIBA MAIS: Confira as matérias cobradas no supletivo

    De qualquer maneira, contudo, a escola e o curso deverão ser legalizados pelo Centro de Aplicações e Avaliações.

    Assim, com este aval, o diploma é válido em todo o território nacional. Por consequência, o aluno poderá apresentá-lo em empresas, se inscrever para concursos públicos, ingressar num curso técnico ou até mesmo numa faculdade.

    Conclusão da Educação Básica: porque ela pode te destacar

    Como você já deve ter visto, a Educação Básica é formada pelo Ensino Fundamental e Médio. Assim, no ensino regular somam-se 12 anos até que o adolescente conclua a Educação Básica.

    Contudo, na EJA esse tempo é reduzido. Sendo assim, escolas públicas e particulares têm prazos diferenciados de término, conforme a metodologia seguida. Mas, de modo geral, ele não pode passar de 24 meses (para Ensino Fundamental) e 18 meses (para Ensino Médio).

    Outro detalhe muito importante é que há uma idade mínima para se inscrever. Isso porque, se não, haveria o risco dos adolescentes forçarem a ida para o supletivo apenas para concluir os estudos em menos tempo.

    Portanto, atualmente, para se matricular no supletivo do Ensino Fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos. Ao passo que para fazer o Ensino Médio é necessário ter, pelo menos, 18 anos.

    SAIBA MAIS: Confira os documentos necessários para fazer um curso supletivo

    Assim sendo, o diploma pode te destacar no mercado de trabalho. Afinal de contas, 52,6% da população acima de 25 anos não concluiu a Educação Básica, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

    Em suma, é bom ressaltar que o supletivo a distância reconhecido pelo MEC não é uma realidade nesta modalidade de ensino, pois o MEC responde apenas pelo Ensino Superior.

    Mas isto não quer dizer que o curso supletivo não seja regulamentado. No supletivo EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP), por exemplo, ele é 100% legalizado e monitorado pelo Centro de Aplicações e Avaliações.

    Ficou com alguma dúvida? Converse com nossos atendentes e saiba mais sobre o supletivo EAD e as suas vantagens na sua vida profissional.

  • Qual é a diferença entre EJA e supletivo?

    Na prática, não existe diferença entre EJA e supletivo. Mas o termo supletivo caiu em desuso depois que o governo federal passou a criar programas de EJA, que significa Educação de Jovens e Adultos.

    Mesmo assim, por força de costume, as pessoas ainda acabam usando a palavra supletivo. A mudança se deu, portanto, muito mais pelo conceito do que por uma lei.

    Isso porque o termo supletivo dava a ideia de uma complementação dos anos que não foram concluídos. Já a EJA é mais apropriada para quem está voltando a estudar depois de uma certa idade. O termo revela, portanto, uma abordagem diferenciada dos professores e do próprio conteúdo das apostilas.

    Como tudo isso começou?

    A fim de entender como tudo isso começou, temos que voltar ao tempo para pensar em como era o acesso à educação quando o Brasil estava em formação. Veja a seguir, portanto, uma linha do tempo que separamos para você:

    • 1824: a primeira Constituição brasileira mostrou a preocupação do governo em oferecer educação gratuita à população;
    • 1891: a Constituição de 1891 determinou que províncias (atuais estados) e municípios ficassem responsáveis pela educação primária;
    • 1920: o analfabetismo era muito alto, alcançando 72% da população, lembrando que os analfabetos não podiam nem votar;
    • 1942: cria-se o Fundo Nacional do Ensino Primário com o objetivo de ampliar a educação primária;
    • 1967: foi criado o Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização) pelos militares;
    • 1985: com a redemocratização do Brasil devido ao fim do governo militar, recomeçam as ações voltadas para um ensino supletivo;
    • 1990: a EJA ganha um novo rumo, com acordos internacionais e novos programas;
    • 2002: o governo cria o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que pode ser usado para substituir os antigos exames supletivos;
    • 2003: criação do programa Brasil Alfabetizado.

    Portanto, como você pôde notar, a evolução foi lenta, mas hoje pode-se dizer que o ensino supletivo está democratizado, pois qualquer pessoa pode ter acesso a uma escola pública ou privada.

    Como funciona a EJA?

    Basicamente, a EJA é dividida em Ensino Fundamental e Ensino Médio. Antigamente eles eram chamados de primeiro grau e segundo grau, respectivamente.

    SAIBA MAIS:  Veja as disciplinas cobradas no supletivo do IBQP

    Dessa forma, é bom entender que é preciso cumprir a algumas condições para fazer os cursos, como:

    • apresentação de documentação (como você pode ver aqui);
    • idade mínima de 15 anos para o Ensino Fundamental;
    • idade mínima de 18 anos para o Ensino Médio.

    Nos últimos anos, o número de pessoas que fazem a EJA nas duas etapas é de cerca de 3,5 milhões.

    Aliás, o diploma obtido é reconhecido por lei e pode ser usado oficialmente, como em concursos públicos. Isso porque ele é regulamentado pelo artigo 37 da Lei 9.394/96, que é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

    Para concluir, como você notou, não existe diferença entre EJA e supletivo, apenas algumas diferenciações relacionadas ao conceito. Mas, na prática, essa modalidade de ensino é voltada para quem tem necessidade de retomar os estudos para obter o certificado.

    Gostou deste artigo? Então conheça melhor o supletivo EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP) e continue acompanhando o nosso blog.

  • Quem faz supletivo pode fazer concurso público?

    Se você está em dúvida sobre se quem faz supletivo pode fazer concurso público, pode ficar tranquilo, pois a resposta é positiva. Afinal, o órgão que abriu a vaga não pode fazer distinção entre o certificado do ensino regular e do ensino supletivo.

    Contudo, é muito importante ficar atento a um detalhe: o certificado precisa ser legalizado pelo órgão responsável da Secretaria Estadual de Educação. Neste caso, portanto, o Ministério da Educação (MEC) não interfere, já que ele é responsável apenas pelo Ensino Superior.

    Portanto, se você pretende terminar os estudos que ficaram parados lá no passado para virar um concurseiro e ter acesso à estabilidade do serviço público, leia as dicas deste artigo.

    O que é preciso para terminar os estudos?

    Nesse sentido, o primeiro passo é verificar que ano você parou os estudos. Isso porque o ensino supletivo, que hoje é chamado de EJA (Educação de Jovens e Adultos) é separado em duas fases:

    • Fundamental: do 1.º ao 9.º anos;
    • Médio: do 1.º ao 3.º anos.

    Portanto, se você fez até o 7.º ano, por exemplo, é preciso concluir o Ensino Fundamental e também o Médio, dependendo do cargo que você deseja alcançar.

    Assim sendo, a partir da sua decisão, é preciso escolher a escola e a forma de estudos. Logo, o ensino supletivo pode ser feito presencialmente, por correspondência ou on-line.

    Em todos os formatos, no entanto, a duração não pode ser superir a dois anos, para o Ensino Fundamental, e 1,5 ano para o Ensino Médio. Porém, é claro que o tempo de estudo é muito menor que esse.

    No supletivo EJA EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP), por exemplo, você pode tirar seu certificado de uma das etapas em até 60 dias, conforme a sua disposição para estudar.

    Só lembrando que é preciso ter uma idade mínima para se matricular nas duas etapas. A primeira é de 15 anos, para o Ensino Fundamental, e a segunda é de 18 anos, para o Ensino Médio.

    Como saber o grau de instrução exigido no concurso?

    Em primeiro lugar, cada concurso público tem as suas próprias exigências. Por isso, é importantíssimo ler o edital do concurso. Apesar de parecer uma tarefa chata, isso é imprescindível.

    Isso porque você pode fazer um concurso, passar e, na hora de mostrar a documentação para a sua nomeação no cargo, perceber que não cumpre os requisitos do edital.

    Sendo assim, é no edital que irá constar se você precisa ter o Ensino Fundamental ou o Ensino Médio completo. Vale lembrar, portanto, que se você tem um grau de instrução maior, como o Ensino Médio, você pode fazer um concurso público para uma vaga de Ensino Fundamental. O que não se pode fazer, na verdade, é o contrário.

    Portanto, agora que você já viu as principais dicas sobre se quem faz supletivo pode fazer concurso público, é hora de lembrar os principais benefícios de passar num concurso público:

    • estabilidade após o estágio probatório: você só pode ser exonerado (demitido) após julgamento interno com amplo direito à defesa;
    • salários mais atrativos: dependendo da função você pode ter bonificações e benefícios que elevam o rendimento;
    • jornada fixa: normalmente, você trabalhará em horário comercial e, raramente aos sábados, domingos e feriados.

    Para concluir, é bom reforçar que quem faz supletivo pode fazer concurso público. Mas é necessário observar se a escola do supletivo é legalizada e, ainda, se o edital faz exigências diferenciadas, como idade máxima.

    Só para lembrar, o supletivo IBQP é legalizado, e o diploma é válido em todo o território nacional. Se você tem alguma dúvida, preencha o formulário e converse com nossas atendentes.

  • O Enem elimina o Ensino Médio? Tire sua dúvida agora!

    Muitas pessoas têm essa dúvida: será mesmo que o Enem elimina o Ensino Médio? Na verdade, não! Mas até 2016, sim! Isso porque a partir daquele ano houve muitas mudanças no Enem. Para saber mais sobre este assunto, acompanhe a leitura deste post.

    Primeiramente, é bom lembrar que o Enem é o Exame Nacional do Ensino Médio. Ele, por sua vez, dá acesso a universidades brasileiras e portuguesas, além de programas de financiamento estudantil.

    Porém, para fazê-lo é necessário ter o Ensino Médio completo. Por isso, veja a seguir como que, até 2016, ele era usado para certificar quem ainda não tinha o Ensino Médio.

    Como o Enem era usado para tirar o certificado do Ensino Médio?

    Entre 2009 e 2016, o Ministério da Educação (MEC) decidiu que quem fizesse o Enem e obtivesse, pelo menos, 450 pontos em cada uma das quatro provas objetivas do Enem, além de 500 pontos na prova de Redação, era considerado apto para tirar o certificado do Ensino Médio e, por consequência, do Ensino Fundamental.

    Afinal de contas, se o candidato tivesse essa pontuação exigida era porque tinha conhecimento das disciplinas referentes ao Ensino Médio.

    Mas além de chegar nesse patamar, era preciso que o candidato indicasse, no momento da inscrição, que queria obter o certificado. Além disso, ele também precisava ter 18 anos completos.

    No entanto, a partir de 2017, o Enem passou por transformações. Desse modo, ele foi substituído pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos para a obtenção do certificado do Ensino Médio. Isso porque, até então, ele era usado apenas para certificar o Ensino Fundamental.

    Quais os benefícios de fazer o Ensino Médio para prestar o Enem?

    Se você parou de estudar na idade indicada, mas gostaria de tirar o certificado do Ensino Médio para poder, finalmente, prestar o Enem, saiba que essa atitude traz muitos benefícios à sua vida acadêmica e profissional.

    Isso porque o Enem permite dar os seguintes passos:

    • ingressar numa faculdade no Brasil ou em Portugal que aceite a nota do Enem;
    • participar do ProUni (Programa Universidade para Todos), que oferece bolsas de ensino integrais e parciais a estudantes de baixa renda nas universidades particulares;
    • participar do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), que é um programa de crédito com juros baixos e prazos estendidos para o pagamento que permite entrar numa faculdade particular.

    E, então, viu como é vantajoso concluir o Ensino Médio para fazer o Enem? Mas não se esqueça: se você tem esse propósito é bom se planejar para estudar para o Enem, afinal a prova mescla questões fáceis, médias e difíceis, fazendo um balanço do seu desempenho para dar a nota final.

    Em suma, mesmo que você não opte pelo Enem, o certificado do Ensino Médio possibilita que você preste um concurso público que exija esse nível de instrução, faça uma faculdade pública ou privada ou ainda um curso técnico. Portanto, agora que você tirou a dúvida sobre se o Enem elimina o Ensino Médio, é hora de investir em você e se preparar para o futuro.

    Só para complementar, o supletivo EJA EAD do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP) dá a oportunidade de tirar o certificado do Ensino Médio em tempo recorde, com certificado 100% legalizado e válido em todo o território nacional. Saiba mais preenchendo o formulário e falando com nossas atendentes.

  • Por que é importante ter diploma do Ensino Fundamental e Médio?

    Terminar o Ensino Fundamental e Médio no Brasil não é para todos. Pelo menos é o que mostram as estatísticas. Pouco mais de um terço dos brasileiros não terminou os estudos na idade apropriada. Mas por que é importante concluir os estudos?

    Primeiramente, é bom lembrar que o Ensino Fundamental e Médio fazem parte da Educação Básica, formada por 12 anos de estudos. Isso quer dizer que as pessoas que abandonam a escola estudam bem menos que o recomendado pelos educadores.

    E, na prática, os anos de estudo interferem na qualidade de vida, no crescimento da economia, nos índices de violência urbana e até mesmo na saúde pública.

    Afinal de contas, uma sociedade educada sabe lutar melhor pelos seus direitos, conhece seus deveres e, dessa forma, proporciona uma vida melhor para a sua família e à própria comunidade.

    Por que as pessoas desistem dos estudos?

    Muitos especialistas em educação já verificaram que existem inúmeras causas para a evasão escolar. Mas na prática as pessoas abandonam a escola por não terem incentivo para concluírem as séries e porque acreditam que o certificado não fará falta no decorrer da vida, já que o índice de desistência é muito alto.

    Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, 36,5% dos jovens de 19 anos não terminaram o Ensino Médio. Enquanto que 35% dos adolescentes de 14 anos de idade não concluíram o Ensino Fundamental.

    Justamente nestas faixas etárias os adolescentes e jovens devem ter, como principal atividade, a vida acadêmica. Afinal de contas, é nesta fase que eles estão definindo sua carreira, iniciando seus projetos e buscando um rumo na vida.

    Quais os reflexos de ter certificado de Ensino Fundamental e Médio?

    A conclusão do Ensino Fundamental e Médio, portanto, é uma ponte para uma condição financeira melhor. Isso porque o brasileiro pode sair da informalidade e conquistar um emprego com carteira assinada com um simples certificado.

    Afinal de contas, quando a pessoa trabalha como empregada na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) ela não consegue boas oportunidades se não tiver estudo.

    Por consequência, o indivíduo acaba entrando num círculo vicioso onde não consegue emprego, vira um trabalhador informal, sofre na fila do SUS (Sistema Único de Saúde) e não consegue uma aposentadoria pela Previdência.

    Por outro lado, ao se matricular num curso supletivo e concluir os estudos é possível alcançar uma vaga de emprego melhor. Além disso, há a chance de fazer um curso técnico, se especializar numa determinada área e até, quem sabe, fazer uma faculdade.

    Uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional de Indústria) demonstrou que 90% das pessoas concordam que ter um diploma técnico aumenta as chances de um bom emprego. Por consequência, para ter um diploma técnico é preciso ter o Ensino Médio.

    Aliás, só para complementar, é possível até tirar o diploma técnico pelo processo de Certificação por Competência, entretanto é indispensável a apresentação do certificado do Ensino Médio.

    Em resumo, concluir o Ensino Fundamental e Médio é um passo importante que pode fazer a diferença na qualidade de vida do cidadão, da comunidade e, de modo mais geral, do país. Afinal, a educação abre portas e mentes.

    Com esse propósito, o Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP) oferta o curso supletivo EJA EAD, realizado totalmente a distância. Conheça melhor a metodologia acessando o nosso site.

  • 5 dicas para realizar o sonho de voltar a estudar

    Você tem o sonho de voltar a estudar, mas sente algum tipo de medo? Calma, você não está sozinho. Isso porque muitas pessoas têm o mesmo desejo, porém, ficam inseguras. Mas quando voltam a estudar, a primeira coisa que pensam é que deveriam ter tomado essa atitude antes.

    Por isso, trazemos neste artigo 5 dicas ou passos para você colocar essa ideia no papel e mostrar a si mesmo que é capaz. Então, acompanhe a seguir.

    1.Planeje sua volta aos estudos

    O mais importante em certos momentos da vida é se planejar. Sendo assim, por mais que o curso supletivo, ou EJA (Educação de Jovens e Adultos), como é chamado atualmente, seja bastante simples e rápido, é necessário planejar a matrícula, o pagamento (se for instituição privada) e as horas de estudo.

    Nesse sentido, o fundamental é reorganizar a sua agenda de compromissos, pedir ajuda às pessoas à sua volta e delegar possíveis tarefas. Isso porque, na maioria das vezes, somos sobrecarregados com as tarefas do dia a dia e não temos tempo para os nossos projetos. Por isso, o sonho de voltar a estudar merece o apoio das pessoas mais próximas, não é mesmo?

    2.Escolha a instituição e a modalidade do curso

    A partir do planejamento, portanto, você deve escolher a instituição certificadora, seja do Ensino Fundamental, se você parou nesta fase, ou do Ensino Médio.

    É bom lembrar que você pode conquistar seu certificado através de um curso presencial ou de um curso EAD (Ensino a Distância). Portanto, se o seu dia é muito corrido, o recomendado é o curso EAD, pois ele permite que você estude na plataforma digital no horário que for melhor para você, dentro da sua rotina.

    3.Tenha uma rotina de estudos

    Após a escolha da instituição, você precisa ter em mente que a conquista do diploma só depende de você. Portanto, é crucial ter uma rotina de estudos. Engana-se quem pensa que o supletivo é inferior ao ensino regular (aquele cumprido na escola, na idade indicada) devido ao tempo mais reduzido.

    SAIBA MAIS: Descubra como fazer a matrícula no supletivo

    Afinal, você precisa ter um conhecimento nas disciplinas cobradas para, somente então, passar na prova. Mas é importante não transformar isso num bicho de sete cabeças. Afinal, além do material disponibilizado pela escola, você pode contar com a ajuda de um familiar e de vídeos de professores na internet.

    4.Acredite em você

    Você sabia que muitas pessoas abandonaram a escola por falta de incentivo? Antigamente, não havia tanta necessidade de estudo como hoje. Além disso, era preciso trabalhar muito cedo para ajudar a sustentar a família.

    Portanto, o sonhar de voltar a estudar pode ter ficado adormecido por muito tempo. Mas quem sabe agora é a hora de retomar esse projeto de uma vez por todas? Afinal, você merece!

    5.Lembre-se dos benefícios do estudo

    Para quem volta a estudar, o benefício não está somente na possibilidade de crescimento na área profissional. Isso porque uma coisa leva à outra. Assim, você pode despertar o seu interudaresse para fazer um curso técnico ou uma faculdade, que tal?

    Para concluir, o sonho de voltar a estudar está mais próximo do que você imagina. Basta se organizar direitinho, escolher uma instituição legalizada e seguir em frente.

    Só para complementar, o supletivo do Instituto Brasileiro de Qualificação Profissional (IBQP) é totalmente legalizado. Saiba mais acessando o site.